15 janeiro 2007


Não:
uma torre se faça do meu peito
e eu próprio seja posto à sua beira:
onde nada mais há, haja inda uma vez dores
e inefabilidade, mais uma vez mundo.
Mais uma coisa
só no desmedido,
que se faz escura e de novo se ilumina,
mais uma última, ansiosa face,
repelida para o nunca-alcalmável,
mais uma extrema
ace de pedra, dócil aos seus pesos interiores,
que as amplidões, que serenamente a aniquilam,
obrigam a ser sempre mais feliz.


1 comentário:

Darkann disse...

melhores dias virão :)