30 abril 2007

"ingerir álcool e poesia, e em passos curtos de quem celebra uma paz falsa, rumar aos templos nas planícies elevadas e ir- ir ser aprendiz de outras densidades, ir desligar a máquina libidinosa, ir esquecer o fumo dos pulmões e os calos dos dedos, apreender palavras como a meditação, a flutuação rasa, a comtemplação criativa, a leveza sentimental e o choro calado embebido em lágrima seca, podendo assim tudo o que é interno manifestar-se em oposição a tudo o que é externo, e a leveza que caracteriza agora aquilo que sou pudesse assim contrastar com o corpo já morto do que outrora fui"

(lines by kristina svartz rydmark)

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