30 abril 2008


"Sem parar, quero acabar a corrida,
assusta-me que algo de mortal me detenha.
Uma vez um ventre me deteve.
Arrancar-se dele, era mortífero:
lutando entrei na vida. Mas são braços tão fundos,
são tão férteis, para deles fugirmos
através do perigo cheio de começar
dum novo nascimento?"





Sem comentários: