"Hora do silêncio, do luar e dos fantasmas, quando a terra é quimérica, na sua impassível redondeza bruta, mas plena de realidade viva, dentro da lágrima que nos sobe aos olhos e brotou da fonte do Universo; - lágrima que não é de dor, nem de amor, nem de alegria, porque é simplesmente a Lágrima, a gota de água, indiferente e lúcida, suspensa no meio de todas as cousas, comungando-as e reflectindo um novo mundo."
03 janeiro 2009
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)


Sem comentários:
Enviar um comentário