"Quando julgamos alguém, é lá de cima, dentre as nuvens e relâmpagos, que ditamos a sentença.
A alma de juiz ignora que está num corpo e se dirige a outro corpo; imagina-se ainda, ilimitada e livre, na sua primordial divindade.
Por isso, a alma do criminoso, ao ser julgada, volta-se para o juiz, surpresa, como que dizendo: 'Que tens tu que ver comigo?'"


Sem comentários:
Enviar um comentário