"Emoldurar-te a imagem, tão inteira
em torno de varanda ou de janela,
é deixar-te pairar como água, ou anjo.
Mas eu queria-te terra verdadeira,
de verdadeiro inferno, ou céu real
(metáforas de terra verdadeira,
a que em primeiro lugar me pôs aqui,
me fez fazer poemas
em forma de janelas,
em forma de outras coisas
como claustros
(...)
quando o que sonho era cantar-te a alma,
esse ponto do corpo em que o amor
é, apesar de tudo, e justamente,


Sem comentários:
Enviar um comentário