20 setembro 2010

PARA UM QUASE AMIGO

"Para trás!

Sou pedra.
Você tem de rasgar sua carne para escavar meu peito.

Sou tempestade.
Ninguém relaxa comigo.

Sou montanha.
Moureje até o topo, e vire um solitário.

Sou gelo.
Você tem que congelar para que eu derreta.

Sou mar.
Não vou devolver você.

Se isto o assusta,
Para trás! Para trás!
(...)"

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